2018: ANO DA DISRUPÇÃO DO SEGURO AUTOMOTIVO BRASILEIRO

Tudo indica que a tendência de carros conectados é uma via de mão única. E de mãos dadas com ela está o seguro baseado em uso. De acordo com a Ptolemus Consulting, uma empresa especialista em pesquisas sobre mobilidade conectada, o seguro baseado em uso tem crescido ao redor do mundo exponencialmente, com previsão de chegar a 50 milhões de carros segurados com essa modalidade. E a expectativa é chegar a 100 milhões em 2020. Em relação à América Latina, a mesma consultoria aponta o início do crescimento dessa modalidade já em 2017 com um crescimento expressivo em 2018.

Em se tratando de Brasil, há dois anos seguidos o tema Seguro Baseado em Uso tem sido explorado pelos principais eventos e feira de Seguro. E, com a Conseguro, principal evento nacional sobre Seguro realizado pela CNseg (Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização), vemos que há uma demanda para o nosso mercado dessa modalidade.

Para saber mais como funciona esse seguro auto que promete um preço justo, clique aqui. De acordo com uma pesquisa realizada pela Tower Watson em 2015, cerca de 95% dos brasileiros têm interesse em conhecer o Seguro Baseado em Uso. Temos também uma sociedade que pede um trânsito mais seguro e corretores ávidos por inovação para oferecerem aos seus clientes de forma que eles possam enxergar valor. E temos a tecnologia necessária para entregar esse serviço. Só falta mesmo as seguradoras de auto no Brasil adotarem essa modalidade, comprovadamente eficiente, em seus portfólios. Algumas seguradoras já iniciaram projetos piloto. Mas sua forma de mensuração do comportamento de direção fica limitada à telemetria apenas por aplicativo. Nenhuma ainda adotou a telemetria via black box (uma pequena caixa preta acoplada na porta OBDII do veículo) que, além de apresentar dados mais assertivos, entrega muito mais valor ao motorista por informar em tempo real como está a saúde do carro.

O Brasil ainda possui um mercado tradicional e rentável, conforme afirmou Ismael Tessari Grandi, Superintendente Executivo da BB Seguridade na 11ª Insurance Service Meeting realizada na 8ª Conseguro. Mas em seguida ele fez uma pergunta: até quando?

O consumidor está mudando, insurtechs estão surgindo e empresas de captação de comportamento estão soprando ameaças. Tudo indica que as seguradoras vão ter que investir nessa modalidade se quiserem permanecer entregando o valor “segurança” à sociedade pois em 2018 será o ano da disrupção do seguro automotivo brasileiro.

A Driveon Insurance Intelligence é uma empresa que surgiu justamente para auxiliar as seguradoras que querem adotar essa modalidade. Por meio do programa MAR da CNseg par, a Driveon tem construído uma poderosa plataforma que fará o mercado de seguro auto no Brasil ser tão eficiente quanto os internacionais no que se refere a aplicação de seguro com base no comportamento do condutor.

Se você é seguradora e está interessada em iniciar 2018 com essa modalidade de seguros, fale conosco! Podemos começar a implementar imediatamente a plataforma.

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